quinta-feira, 17 de abril de 2008

Santos sempre Santos!!!



Que sufoco!!!!!
No famoso jogo típico de Libertadores, o Santos venceu o Cúcuta Deportivo por 2 x 1 de virada na Vila Belmiro.
No primeiro tempo o alvinegro praiano estava meio perdido. Os meias Molina, Tabata e Wesley não encontravam seu espaço no meio e muito menos encostavam no isolado Kleber Pereira, que mal tocou na bola. O time colombiano abriu o placar em bela cobrança de falta de Henry.
No segundo tempo, com a entrada do argentino Trípodi, Leão queria mais um jogador no ataque encostando no Kleber Pereira. A alteração não surtiu o efeito esperado e o peixe jogou na raça, empatando a partida em belo lance de linha de fundo feito por Wesley que serviu Kleber Pereira. O centroavante peixeiro deu um belo giro e fuzilou o gol do Cúcuta.
A estrela de Leão brilhou quando o criticado Mariano Trípodi virou o jogo com um chute cruzado após rebote do travessão, decretando a virada e a classificação do time santista a próxima fase da Libertadores.
O gol do argentino ruim de bola foi previsto por Pai Mario Sergio Bueno, o Robério de Ogum praiano.

SANTOS-BRA 2 X 1 CÚCUTA-COL

Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)


Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Wálter Rial e Álvaro Díaz (ambos do Uruguai)

Cartões amarelos: Marcinho Guerreiro e Kléber ( Santos-BRA)
Cartões vermelhos: Domingos (Santos-BRA); Henry (Cúcuta-COL)

Gols: SANTOS-BRA: Kléber Pereira, aos 23, e Mariano Trípodi, aos 43 minutos do segundo tempo; CÚCUTA-COL: Henry, aos 22 minutos do primeiro tempo

SANTOS-BRA: Fábio Costa; Betão, Fabão, Domingos e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Mariano Trípodi) e Molina; Wesley e Kléber Pereira
Técnico: Emerson Leão

CÚCUTA-COL: Castellanos; Braynner García, Portocarrero, Córdoba e Gonzalez; Henry, Rivas (James Castro), Charles Castro (Arriaga), William Zapata e Macnelly Torres; Vargas (Matías Urbano)
Técnico: Pedro Sarmiento

Palavra de Aló.

domingo, 13 de abril de 2008

Mãozinha da arbitragem



Não há o que discutir: Adriano usou a mão para marcar. Quem tenta fazer um gol de peixinho, cai com a mão espalmada em direção ao gramado, o Imperador estava com o punho cerrado.
Vamos reparar em outra coisa: Marcos, que não é de reclamar e é de uma probidade ímpar, sai correndo indignado em direção do árbitro após levar o gol irregular. Adriano fica no chão com Miranda sobre ele. O atacante sãopaulino sabendo que usou a mão, espera que o árbitro invalide seu gol. Apenas quando Miranda sai de cima é que ele repara que Paulo César de Oliveira validou seu gol. Só após essa percepção é que sai comemorando.
Ora, quem marca um gol, em um clássico valendo vaga em final de campeonato, sai comemorando que nem louco, corre em direção da torcida e vibra. Não é isso o que ocorre.
Paulo César não estava em uma tarde feliz. Não expulsou Hernanes quando Kleber saiu na cara do gol e foi derrubado. Não fez o mesmo com Pierre que já tinha cartão e bateu bastante. A auxiliar Maria Elisa também não foi nada bem. Além de validar o gol irregular, marcou dois impedimentos em jogadas que favoreceriam o Palmeiras, tarde infeliz?
O São Paulo jogou bem armado na defesa, jogando no erro do Verdão e conseguiu sair com a vitória. No segundo gol o palmeirense Gustavo realmente errou, mas no primeiro a ajuda da arbitragem foi flagrante e muito prejudicial.
Muricy fechou bem as duas laterais, colocou dois jogadores em cada lado para marcar as subidas de Granja e Leandro e evitar que o alviverde jogasse pelas pontas. Isso fez com que o Palmeiras só tivesse opção de entrar pelo meio. Pierre e Léo Lima não conseguiam fazer a bola chegar ao ataque. Diego Souza até que tentou, foi quem mais se movimentou no meio, mas foi insuficiente. A esperança era Valdívia, mas o chileno foi marcado com eficiência por Zé Luis.
No segtundo tempo, Luxemburgo abriu Lenny na direita e Denílson na esquerda para junto com os laterais fazer um 2 x 2 na marcação tricolor e pôs Martinez no meio. As mudanças deram certo mais foram feitas tarde demais. O gol de pênalti convertido por Alex Mineiro pode ser fundamental para a classificação do Verdão à final.
No final o São Paulo, já cansado por conta da forte marcação e do jogo de quinta pela Libertadores contra o Audax, foi heróico e segurou a vitória. Alex Silva, voltando de contusão, e Rogério Ceni foram os grandes nomes sãopaulinos. Também foram bem Hernanes, Jorge Wagner, que deu os passes para os gols, e o atleta olímpico Adriano que praticou o volêi de grama no primeiro gol e o jiu jitsu no segundo gol.
Domingo teremos um belo jogo no Palestra. O Palmeiras leva com qualquer vitória. O tricolor joga por vitória e empate.
Quem viver verá.

Palavra de Aló.

Corrida oficial tem sabor especial



Hoje participei da prova de pedestrianismo de 5,5 Km da Corpore realizada na USP, evento paralelo à meia maratona de São Paulo.
Foi uma prova bem organizada. Na largada, os corredores foram agrupados por faixas de tempo. Começei a treinar esse ano, faço 1 KM em 7min20", fiquei na faixa dos que correm 1 KM acima de 6min30".
A largada foi tranqüila, sem atropelos, porém o percurso tinha uma modesta inclinação o que dificultou um pouco as coisas porque treinei em solo plano, mas consegui chegar bem e vivo!!!
Cruzar a linha de chegada te dá uma sensação especial, de vitória mesmo, não importando se sua colocação foi a número 2.682 dentro de 3.554 participantes.
Minha esposa correu junto comigo, ficamos lado a lado em toda a prova, e chegamos juntos ao final.
Conquistamos nossa primeira medalha em provas oficiais.
É a primeira de muitas que ganharemos daqui para frente.
Nosso lema é: CORREMOS PARA CHEGAR!!!
Nosso treinador, Junior, participou da meia maratona e também chegou. Parabéns professor. Não é qualquer um que corre vinte e um!!!

Palavra de Aló

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ainda não desisti "Pai do gol"



Esta figura que posa ao lado deste humilde estudante de Jornalismo que vos escreve é o grande Sérgio Patrick, coordenador da equipe de Esportes da Rádio Bandeirantes.
Venho ao longo de 15 dias trocando e-mails com Patrick acerca de uma entrevista com o "Pai do gol" José Silvério, para um trabalho de Radiojornalismo que tem como tema Esporte no rádio.
Sergio Patrick foi muito atencioso e paciente com este estudante que sequer conhecia, tentou marcar com o Silvério esta minha entrevista, mas o grande narrador ficou adoentado e não pode comparecer à rádio.
Mesmo assim fui à sede da Band na esperança de encontrar o Pelé da narração esportiva, mas infelizmente Silvério não pôde comparecer. Não entrevistei o Pelé, porém não saí de gravador vazio: entrevistei o Garrincha, Cláudio Zaidan, também um grande expoente do rádio esportivo e tivemos um papo muito descontraído e enriquecedor para meu trabalho. Valeu Zaidan!! Fique com Deus!!!
Aproveitei para entrevistar também o próprio Patrick, que me deu a oportunidade de estar na rádio, e também acrescentou muito com seu depoimento. Valeu Patrick!!! Continue assim com essa atenção e carinho para com seus futuros colegas, nota mil!!!
Silvério, ainda não desisti de falar contigo, vou tentar nesta quarta, sara logo "Pai do Gol"!!!

Palavra de Aló.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Os jornalistas perderam seu poder com o advento da internet?



Não acho que os jornalistas perderam poder com o advento da Internet. A rede mundial de computadores nada mais é do que apenas mais um meio onde todas as pessoas podem se informar e se comunicar.

Assim como falavam que a televisão acabaria com os jornais impressos devido às notícias virem acompanhadas das imagens, fato que não ocorreu, a Internet de forma alguma vai tirar poder dos jornalistas, pelo contrário, é um grande instrumento no auxílio de pesquisas; de preparar uma base para uma entrevista; busca de pautas; interação dos assuntos do dia; além de ajudar a encontrar pessoas e trocar informações através de correio eletrônico.

Mas que fique uma ressalva: Tudo isso que foi descrito, principalmente no que tange à pesquisa e preparação para entrevistas, não fique restrito apenas à Internet. O jornalista não pode usá-la como muleta. Ela é mais uma ferramenta. A preparação para uma entrevista ou uma reportagem passa também por leitura de livros e busca de documentos. Quanto mais fontes de informação tivermos, melhor embasados estaremos para realizarmos o trabalho.

Quanto aos Blogs, que inicialmente eram uma espécie de "meu diário" e agora são usados por jornalistas profissionais e amadores, também desacredito que eles possam interferir no trabalho de quem faz um jornalismo sério. Quem tem "Nome" e tem um blog, continuará tendo sua credibilidade por parte dos leitores que geralmente lêem sua coluna nos jornais de grande circulação. Em um blog o jornalista tem um pouco mais de liberdade para expor sua opinião, mas nunca deve perder a responsabilidade e a credibilidade que conquistou.

Palavra de Aló.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Futebol pelo rádio é emoção pura!!!



Ouvir futebol pelo rádio é muito mais emocionante do que assistir pela TV. Eu cometo a loucura de deixar a tecla mute acionada, deixando apenas a imagem do jogo e ligo o rádio para sentir a emoção. O engraçado é que com a velocidade do som sendo maior, o gol sai primeiro no radinho. A defasagem em relação à televisão é de cerca de dois segundos.

Quando eu era garoto, sofri muito ouvindo jogos do Palmeiras. Não havia TV a cabo, pay-per-view e antenas que captavam jogos mediante assinatura. Era difícil passar um jogo do Verdão. Então o rádio foi meu grande companheiro dos anos de agonia. Tive muito mais frustrações do que alegrias, mas nunca deixei de ouvir jogos de meu time.

Dois locutores foram os mais marcantes para mim. O primeiro é o Osmar Santos da Rádio Globo 1.100 AM, o "Garotinho", o "Pai da Matéria", com seus Chirulirulás e Chirulirulis e todo seu jeito especial de narrar futebol, grande figura que mudou conceitos na narração esportiva de rádio e, infelizmente devido a um acidente, ficou impossibilitado de usar seu instrumento mais precioso: a voz.

O outro é o "Pai do Gol", José Silvério, na época da Jovem Pan 620 AM. Hoje na Bandeirantes, Silvério tem uma voz marcante, inconfundível e narra o lance em cima (ouça o gol do Palmeiras contra o Corínthians), de maneira impressionante. Após seu grito de gol, ele descreve todo a jogada com detalhes, melhor do que qualquer repórter de campo. Quando José Silvério está narrando, aperto a tecla mute do televisor com o maior prazer.

Gosto também de outros locutores esportivos como o Oscar Ulisses, Oswaldo Maciel, Cledi Oliveira e Reinaldo Costa, mas Osmar e Silvério são insuperáveis.

Palavra de Aló.

terça-feira, 4 de março de 2008

Repórter persistente consegue fazer entrevista



Esta semana tive minha primeira experiência como repórter trabalhando para um veículo de notícias pela internet. Sou repórter do site UNISANTA online. Na terça dia 26 de fevereiro, recebi pauta para fazer uma matéria: o atraso da entrega da ciclovia da Avenida Afonso Pena em Santos.

Diante do assunto levantei as fontes que deveria entrevistar para realizar a matéria; O secretário de Obras de Santos, o presidente da Associação de Ciclismo e moradores da Afonso Pena.

A entrevista com o presidente da associação consegui através de telefonema. Com moradores do local foi tranqüilo. Para entrevistar o secretário tive que ter o que chamam hoje de "ATITUDE".

Tentei marcar a entrevista por vias legais. Telefonei para a Secretaria de Obras e pedi para falar com ele. Resposta: está em reunião. Me passaram para a assessoria de imprensa e me disseram para aguardar que me retornariam o telefonema para marcar a entrevista. Não retornaram. Mandei um e-mail solicitando a entrevista, o e-mail do próprio secretário e nada. Tinha que fazer esta entrevista até sexta-feira dia 29/02. Neste dia, como não havia recebido resposta alguma, liguei novamente para a secretaria. De novo disseram que me retornariam a ligação. Esperei por uma hora e nada. então decidi: VOU ATÉ LÁ!!!

E fui. Chegando na Prefeitura perguntei onde era a secretaria de Obras. 3º andar respondeu a recepcionista. Peguei o elevador e cheguei ao gabinete do secretário.

Fui entrando, pedindo licença, até que a secretária me abordou:
-Pois não?
-Boa tarde. Sou Roberto, repórter do UNISANTA Online, gostaria de falar com o secretário, ele está?
-Não.
-Ele volta hoje? - Eram 13h30.
-Sim
-Posso aguardá-lo aqui nesta sala?
-Pode. Sente-se e fique à vontade. Aceita um café?
-Não, obrigado.

E lá aguardei por quase três horas. Fiquei lendo revistas antigas iguais as que tenho em meu consultório (não é só dentista que tem revistas velhas na sala de espera).

O secretário finalmente chegou e me recebeu. Fiquei entrevistando-o por cerca de uma hora. Ele foi muito atencioso e não fugiu das perguntas. Fiz até fotos dele. Agradeci a ele pela entrevista e à secretária por ter permitido que eu esperasse a chegada de seu chefe.

Nessa primeira experiência como repórter aprendi que as coisas não vão cair no colo se não corrermos atrás. Tomei a atitude correta de ir ao local mesmo sem a entrevista estar marcada e fui recompensado.
Fica a lição: Com persistência você vence qualquer obstáculo.

Palavra de Aló.